... Por isso escrevo para lembrar! Ontem foi o lançamento da revista Repertório Ano 11- n° 11- 2008, na qual saiu minha 1ª publicação! Uma entrevista que eu fiz com o músico Tuzé de Abreu ano passado, meu primeiro trabalho do PIBIC, esse mesmo que eu ainda não acabei, mas já estou acabando! Não tem nenhum pensamento meu, nenhuma fala, nada de fantástico, mesmo assim, fiquei tão nervosa e tão feliz! Tem lá meu nome, bem na capa, como comprovação do meu trabalho, das minhas horas sentadas em frente à esse computador, como comprovação que eu posso fazer, criar, pensar! Se mainha disse que eu pulei tanto quando eu aprendi a esrever meu nome, ela chegou a chorar, deve ser algo do tipo que sinto hoje, um sinal de que tudo o que a gente busca muito, com tranquilidade, afinco e amor, se tiver de ser, será!
Aprendi, de novo, a escrever meu nome! 
Um dia, um belo dia, conheci uma menina. Uma menina sapeca e feliz! Me encantei com seus olhinhos brilhantes, olhinhos de aprendiz! Ela tomava o mundo com eles, e levava a vida no peito... era uma menina atrevida! Mais uma vez a vi, e lá estava ela, saltitando, passou que quase nem me viu, e eu de cá, feliz com suas vitórias! Mas a menina sapeca sapecou um dia mais do que devia, ou na medida? Nem sei... Só sei que a convidei para brincar, para brincar de viver! Ela me jogava no chão, me virava pelo avesso, sabia tudo de mim, aquele ser com alma de sol, aquela criatura cheia de luz! E me ensinou a ser eu, acima de tudo! Me ensinou a peitar, me ensinou a gritar! Me ensinou coisas que dói, que eu custei a acreditar!
Eu a chamei para um passeio, de mãos dadas, mas ela pulou em meu colo, para não me largar... Mas a coluna começou a doer, as pernas começaram a cansar, pedi para ela descer, mas a traquina não sabia escutar. E como boa aprendiz, tive que peitar, tive que gritar, tive que jogá-la no chão para continuar a andar.
Mas quem ama não parte deixando o ser amado à mingua, estendi a mão para ela pegar, mesmo assim, as mãos teimavam em escorregar. Então segui precisa, certa de que um dia, a menina se tornaria mulher e teria ouvidos para escutar, olhos para ver, paz para entender.
E assim espero, com um jeito peculiar de amar, que ela tenha sabedoria para aprender a caminhar!
Estou finalizando essa semana meus estudos sobre a dramaturgia cômica contemporânea baiana, e no meio de tantas referências que acabam surgindo em minha cabeça, porque, eu não sabia que era tanto, elas aparecem quando a gente precisa, veio Jack, sim, meu Jack Bauer! Lá está como exemplo de herói contemporâneo... Sabia que, de alguma forma, ele seria importante para a minha vida...
Uma descoberta fundamental para uma pesquisa, nada é descartável, tudo o que vivemos é útil, só precisamos saber a melhor hora e lugar de encaixe!

Há um menino, há um moleque, morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança ele vem pra me dar a mão
Há um passado no meu presente, o sol bem quente lá no meu quintal
Toda vez que a bruxa me assombra o menino me dá a mão
Ele fala de coisas bonitas que eu acredito que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito, caráter, bondade, alegria e amor
Pois não posso, não devo, não quero viver como toda essa gente insiste em viver
Não posso aceitar sossegado qualquer sacanagem ser coisa normal
Bola de meia, bola de gude, o solidário não quer solidão
Toda vez que a tristeza me alcança o menino me dá a mão
Há um menino, há um moleque morando sempre no meu coração
toda vez que o adulto fraqueja ele vem pra me dar a mão
Há um menino, há um moleque morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança ele vem pra me dar a mão
Há um passado, no meu presente, um Sol bem quente lá no meu quintal
Toda vez que a bruxa me assusta o menino me dá a mão
Tem um ano que não sei o que é isso... Tenho estudado, estudado, estudado... às vezes me permito momentos de descanso, que são de extrema necessidade pra eu voltar aos estudos... Segunda passada eu me dei férias! Um dia de férias! E sai com minha amiga, fomos ao cinema, tomamos sorvete, e visitamos outra amiga e sua filhinha... Ela está linda, esperta e inteligente! Saudade... Dormi na casa dela! Colocamos nossos papos de comade antiga em dia, foi tão bom!
Quero mais! Com todas as amigas e amigos!! Dar risada, lembrar as histórias... rs
Mas, quando o Pibic acabar... aaaiii... quando PIBIC acabar... já vão ter voltado as aulas, mas não vou estar nem aí! Me darei dias e dias de férias!!!
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