
Foi bom não desesperar
Foi bom ouvir os mais velhos
Foi bom confiar em Deus
Foi bom respirar fundo quando tudo parecia perdido
Foi bom ter vivido essa trajetória
É bom estar vivendo essa expectativa!
Falta pouco para eu realizar um sonho de minha vida! 
"Desesperar JAMAIS!!!!!!!!
[...]
Afinal de contas não tem cabimento entregar o jogo no primeiro tempo!"
Às vezes a gente tem a capacidade de ficar tão triste... tão profundamente triste... Nossa! To tão cansada de tanta coisa! Só me resta a esperança de algo de novo, algo de bom!
To precisando parar um pouquinho! Mas parar de verdade. Me deixar fazer nada, esquecer que tenho trabalho, casa para arrumar, está tudo virando obrigação, sem prazer... Isso não é vida! Estou estressadamente cansada!!! Músculos retesados, dores decorrentes desse estresse.
A certeza que não podemos contar com as pessoas que deveriam estar ao seu lado é arrasadora. Não sei porque ainda acredito nessas pessoas! Elas não mudarão tão cedo! Enquanto tantas outras se doam por inteiro para preencher vazios, que sou obrigada a recusar seus sacrifícios...
Eu acredito no amor ainda assim.
Espero o tempo passar para perceber que tudo está no lugar, só que agora que não consigo ver, só chorar.
Hoje vou estrear como dramaturga!!!!! Apresentarei, uma leitura, do meu último texto escrito: ROSAS, no MAM, depois da JAM.
Hoje, 26 de setembro de 2009, às 21:30h. (Data que ficará marcada!)
Direção de George Vladimir; Eu e Diogo Baleeiro no elenco; e Gabriel Macêdo no violão!
Estou tão ansiosa!!! Deus nos abençoe para que dê tudo certo! Amém! =]
Cheguei aos 3060 sem perceber!!!!!! ![]()
O semestre tá passando mais rápido que ladrão! Muitos poderão dizer que sumi, e replico que foi só para aparecer! Trabalhos batem em minha porta. Uma temporada feliz de Pluft no Martin Gonçalves, com apresentação no FILTE, e, sem final de semana de descanso, desde 18 de Julho, emendo para mais uma temporada de Pedaço de Mim, no Espaço Xisto, até outubro.
A montagem de Pinóquio, peça de formatura, está sendo muito prazerosa! Mal começou e já estamos em cima da hora, estreia em Novembro!
Começo hoje um novo projeto de pesquisa, na realidade, estou auxiliando Paulo Dourado... Vai ser um trabalho duro, mas, respirando bastante, consigo passar bem por ele também!
Além da vida estudantil e profissional corrida, ainda tenho que ser dona de casa ultimamente...
Vamos com calma, que em todos esses momentos a felicidade está!
PS: Não tenho tido energia para escrever, internet só de passagem.
Há mistérios rondando meu quintal
Este quintal tão bem guardado e escondido
Me assusto: posso eu ter encontrado o paraíso?
Ou um monstro sairá por trás das árvores?
São mistérios da lua, mistérios de Orfeu
Não sei se perdi a cabeça,
Ou realmente um encanto aconteceu.
... Por isso escrevo para lembrar! Ontem foi o lançamento da revista Repertório Ano 11- n° 11- 2008, na qual saiu minha 1ª publicação! Uma entrevista que eu fiz com o músico Tuzé de Abreu ano passado, meu primeiro trabalho do PIBIC, esse mesmo que eu ainda não acabei, mas já estou acabando! Não tem nenhum pensamento meu, nenhuma fala, nada de fantástico, mesmo assim, fiquei tão nervosa e tão feliz! Tem lá meu nome, bem na capa, como comprovação do meu trabalho, das minhas horas sentadas em frente à esse computador, como comprovação que eu posso fazer, criar, pensar! Se mainha disse que eu pulei tanto quando eu aprendi a esrever meu nome, ela chegou a chorar, deve ser algo do tipo que sinto hoje, um sinal de que tudo o que a gente busca muito, com tranquilidade, afinco e amor, se tiver de ser, será!
Aprendi, de novo, a escrever meu nome! 
Um dia, um belo dia, conheci uma menina. Uma menina sapeca e feliz! Me encantei com seus olhinhos brilhantes, olhinhos de aprendiz! Ela tomava o mundo com eles, e levava a vida no peito... era uma menina atrevida! Mais uma vez a vi, e lá estava ela, saltitando, passou que quase nem me viu, e eu de cá, feliz com suas vitórias! Mas a menina sapeca sapecou um dia mais do que devia, ou na medida? Nem sei... Só sei que a convidei para brincar, para brincar de viver! Ela me jogava no chão, me virava pelo avesso, sabia tudo de mim, aquele ser com alma de sol, aquela criatura cheia de luz! E me ensinou a ser eu, acima de tudo! Me ensinou a peitar, me ensinou a gritar! Me ensinou coisas que dói, que eu custei a acreditar!
Eu a chamei para um passeio, de mãos dadas, mas ela pulou em meu colo, para não me largar... Mas a coluna começou a doer, as pernas começaram a cansar, pedi para ela descer, mas a traquina não sabia escutar. E como boa aprendiz, tive que peitar, tive que gritar, tive que jogá-la no chão para continuar a andar.
Mas quem ama não parte deixando o ser amado à mingua, estendi a mão para ela pegar, mesmo assim, as mãos teimavam em escorregar. Então segui precisa, certa de que um dia, a menina se tornaria mulher e teria ouvidos para escutar, olhos para ver, paz para entender.
E assim espero, com um jeito peculiar de amar, que ela tenha sabedoria para aprender a caminhar!
Estou finalizando essa semana meus estudos sobre a dramaturgia cômica contemporânea baiana, e no meio de tantas referências que acabam surgindo em minha cabeça, porque, eu não sabia que era tanto, elas aparecem quando a gente precisa, veio Jack, sim, meu Jack Bauer! Lá está como exemplo de herói contemporâneo... Sabia que, de alguma forma, ele seria importante para a minha vida...
Uma descoberta fundamental para uma pesquisa, nada é descartável, tudo o que vivemos é útil, só precisamos saber a melhor hora e lugar de encaixe!

Há um menino, há um moleque, morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança ele vem pra me dar a mão
Há um passado no meu presente, o sol bem quente lá no meu quintal
Toda vez que a bruxa me assombra o menino me dá a mão
Ele fala de coisas bonitas que eu acredito que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito, caráter, bondade, alegria e amor
Pois não posso, não devo, não quero viver como toda essa gente insiste em viver
Não posso aceitar sossegado qualquer sacanagem ser coisa normal
Bola de meia, bola de gude, o solidário não quer solidão
Toda vez que a tristeza me alcança o menino me dá a mão
Há um menino, há um moleque morando sempre no meu coração
toda vez que o adulto fraqueja ele vem pra me dar a mão
Há um menino, há um moleque morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança ele vem pra me dar a mão
Há um passado, no meu presente, um Sol bem quente lá no meu quintal
Toda vez que a bruxa me assusta o menino me dá a mão
Tem um ano que não sei o que é isso... Tenho estudado, estudado, estudado... às vezes me permito momentos de descanso, que são de extrema necessidade pra eu voltar aos estudos... Segunda passada eu me dei férias! Um dia de férias! E sai com minha amiga, fomos ao cinema, tomamos sorvete, e visitamos outra amiga e sua filhinha... Ela está linda, esperta e inteligente! Saudade... Dormi na casa dela! Colocamos nossos papos de comade antiga em dia, foi tão bom!
Quero mais! Com todas as amigas e amigos!! Dar risada, lembrar as histórias... rs
Mas, quando o Pibic acabar... aaaiii... quando PIBIC acabar... já vão ter voltado as aulas, mas não vou estar nem aí! Me darei dias e dias de férias!!!
Marques há um tempo me convida para assistir aos espetáculos da Opaxorô Companhia de Dança, projeto o qual ele é responsável pela produção e, acredito , direção, realizado pela APAE Salvador. Ontem eu fui.
Fui e queria que todo mundo fosse ver a energia de jovens com e sem déficit intelectual apresentando seu mais novo espetáculo: O Malandro, inspirado livremente na Ópera do Malandro, de Chico Buarque. Não sei como explicar, mas foi algo tão envolvente, que não consegui conter minhas lágrimas, e elas rolaram livremente pela minha face... Isso é fazer arte! Também para isso que estou estudando! Para ver o desenvolvimento e envolvimento de pessoas desacreditadas pela sociedade num universo fantástico que é a música, a dança, o teatro, a pintura... E quanto mais assistia, repetia: quero trabalhar lá! E eles estão precisando de voluntários!
Nossa! Deve ser um prazer impagável!
Confiram: O Malandro, no Teatro dos Correios, às 20h. Entrada: 1 kg de Alimento não perecível. Nesse sábado e domingo!
Dias confusos demais, muito teatro, muito pensar teatro, muito tentar fazer teatro e muita falta de saúde para tudo isso. Depois de Ubu Rei, a Mostra de pré formatura de minha turma, com inúmeros questionamentos se aquela era uma montagem digna de uma mostra de V semestre, tenho a dizer.. sei lá! Só sei que foi bom fazer um processo não pensando, apenas fazendo, quer dizer, veio bem a calhar para a época turbulenta que estava passando... rs
Essa semana de férias, fui ver vovô, sim ele está bem! Mas assim, bem dentro das possibilidades de um velhinho de 86 anos que fuma desde os 13... odeio e sempre odiei cigarro! Arrrrgggg!!!!! Tenho todos os motivos para isso! Vovô podia estar bem melhor agora!
A mostra de direção do Módulo V me trouxe um tristeza profunda num momento, mas em outros, me senti numa Escola de TEATRO! Ufa!
Uma outra crise de stress (minha) me levou ao hospital, para loucura de mainha, nas vésperas da estreia do novo espetáculo da Arte Sintonia, H2Ópera, um musical infantil, que estou na assistência. Estavam precisando demais de mim para confeccionar o cenário e para ficar com vovô, e, simplesmente, meu corpo trava! Não tenho estrutura para isso não...
O espetáculo estreia cheio de problemas... eu quase arranquei toda minha vasta cabeleira lá, da última fileira... Modificações foram feitas de ontem para hoje, o que ajudou muito, mas ainda falta!
Queria deixar registrado, também, o prazer que é trabalhar com a citada Cia. que eu sou integrante! Nossa, amo tanto todas aquelas pessoas, e nos ouvimos tanto!!! Podemos, sim! Crescer cada vez mais!
E um delicioso presente me foi dado ontem a noite: Alegria de Viver, um Espetáculo de George Mascarenhas e Deborah Moreira, lá no Sesi até dia 2 de Agosto, 20h. Fazia tempo que eu sentia falta de uma peça no ponto como aquela... tudo dentro! E a interpretação deles estava tão detalhada e bonita! Nada de efeitos, de grandiosidade, no entanto, não queria mais do que aquilo. E o tema que ronda minha cabeça nesta última semana.. o fazer artístico...
Quanto aos meus estudos dramatúrgicos, me prometo! Essa semana, depois de todas as estreias e, espero, todos os estresses, mergulharei em suas fantasias... páginas em branco de um artigo me esperam!
E ainda preciso preencher tantas lacunas nessas férias...
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